1.6.12

AOC, Relae, etc: os melhores restaurantes de Copenhague



Este é um post meio egoísta: fiz ele para meu próprio uso! :)


Como estou indo para Copenhague, queria ter um só post que reunisse todas as informações sobre os restaurantes onde pretendo comer e os links para as melhores matérias sobre a cena gastronômica local. Deverá servir, espero, a qualquer um de vocês que também tenha planos de visitar CPH.


Os restaurantes na minha lista-do-tem-que-ver:

Aaman's

Øster Farimagsgade 12
2100 København Ø
Mail: booking@aamanns.dk
Tel +54 3555 3310
Website
Reservas online

A.O.C.

Dronningens Tværgade 2
1302 København K
Tel +45 33 11 11 45
Website
Google Maps

Geranium

Per Henrik Lings Allé 4
2100 København
Website
Google Maps

Tel. +45 69 96 00 20

Kødbiens Fiskebar

Flæsketorvet 100
1711 København V
Tel +45 32 15 56 56
Website


Manfreds

Jægersborggade 40
2200 København N
Tel +45 3696 6593
Google Maps
Website


Relae

Jægersborggade 41
 2200 København,
Tel +45 3696 6609
Google Maps
Website



Links úteis:

Restaurante A.O.C. em Copenhague: imagens de um leitor guloso

Estou em São Paulo mas com Copenhague na cabeça: viajo pra lá em breve.
Primeiro restaurante reservado? A.O.C. 

Aqui, mostro o A.O.C. através das lentes do querido leitor Pedro Otávio Mendes, que já deixou, neste blog, um relato sobre seu almoço recente no NOMA. As fotos aqui são dele, feitas com celular. Não procurem ler mais do que se vê: as imagens, borradas, de enquadramento singular, formam, em seu conjunto, algo que me lembra um sonho.


























31.5.12

Chef Daniel Humm comanda restaurante no NoMAD, novo hotel ultracool em Nova York





Vida de jornalista é bem menos glam e fácil do que parece. Pautas caem na última hora, fotos encomendadas saem péssimas.... faz parte.

Mas tem vezes que tudo dá certo e uma matéria sai lindona, com fotos matadoras e bem na hora certa. Foi o caso desta aqui, do qual estou super orgulhosa, publicada na CASA VOGUE deste mês. Como a dica é boa para vocês leitores gulosos, resolvi repicar aqui também... (Clicando nas imagens elas aparecem maiores).

Mesmo antes de sua inauguração, em fevereiro, o hotel NoMad, instalado em  grandioso prédio de estilo Beaux-Arts, já causava frisson como há muito não se via em Nova York. Mal receberam os primeiros hóspedes e os interiores já eram aclamados como a obra-prima em solo americano do decorador francês Jacques Garcia, famoso pelos salões “boudoir chic” que criou no Hotel Costes, em Paris. Escancaradamente francês e vintage, ao mesmo tempo luxuoso e acolhedor, o décor do NoMad lhe empresta um quê de icônico, como se estivesse ali há mais de século.

   O Sydell Group, dono do NoMad (mesmo nome do bairro, abreviação de North of Madison Park), não economizou. Os quartos têm banheiras de ferro fundido esmaltado, tapetes persas, assoalho de madeira reciclada, biombos com brocados e camas king size com cabeceiras de couro e edredons de pluma de ganso. Não parecem-se, entretanto, com clássicos aposentos cinco-estrelas. O look elegante-relaxado inspira-se no apartamento parisiense onde Garcia passou a juventude, com móveis propositamente descombinados que transmitem um ar de casa particular.   

 Assim como no hypadíssimo Ace Hotel, a uma quadra dali (e dos mesmos proprietários), o NoMad tem salões convidativos, com muito vai-e-vem de gente bacana e climinha de festa. A diferença? O que o primeiro tem de descolado e rock’n’roll, o segundo tem de opulento e romântico. No NoMad, uma sala com seis mesas e poltronas ricamente estofadas tem como peça-central antiga lareira de mármore trazida de um château francês. Na deslumbrante biblioteca de pé-direito duplo, com paredes forradas de estantes de livros escolhidos a dedo belo bibliófilo Thatcher Wine, servem-se pâtisseries e café.

    Bar e restaurante integram-se perfeitamente às outras áreas públicas. Ali quem manda é um duo de respeito: Daniel Humm e Will Guidara, chef e gerente do restaurante Eleven Madison Park, respectivamente. No bar, um balcão de mogno estende-se de uma parede a outra, e milhares de garrafas idênticas alinhadas em estantes servem de pano de fundo. Na sala de jantar uma cozinha aberta quebra a formalidade das cortinas pesadas, do lambris de mogno e do carpete vermelho-vinho. Servem o café da manhã em um terceiro espaço, um luminoso átrio com poltronas de couro e piso de pedra.

   “Quando hóspedes descem pela manhã sentem o cheiro do pão saindo do forno. E quanto chegam à tarde pode haver uma galinha sendo assada. Já vimos muitos restaurantes de hotel estéreis, onde você sente que está comendo em um lobby”, diz Guidara. Eis aí o segredo do NoMad: entremear o luxo com toques caseiros que fazem as pessoas se sentirem acolhidas. “Desenho ambientes em que eu gostaria de passar meu tempo. Detesto má iluminação ou música alta às 8 da noite. Procuro sempre criar uma atmosfera onde políticos, celebridades e escritores podem interagir, porque se sentem bem ali”, diz Garcia. A julgar pelo zunzunzum dos salões cheios de bacanas, missão cumprida.



NoMad: 1170 Broadway, tel. +1 212 796-1500, diárias a partir de US$ 395, por tempo limitado

E mais fotos do NoMad no site da CASA VOGUE 

E mais sobre Daniel Humm e o novo restaurante:

A cotação máxima de três estrelas no Guia Michelin é o olimpo que todo chef sonha em atingir. Este ano Daniel Humm tornou-se um dos sete que detêm a distinção em Nova York, com seu restaurante Eleven Madison Park (um dos mais belos da cidade).

Agora, no NoMAD é possível ter um gostinho da cozinha de Humm em clima informal. Enquanto no Eleven Madison só há menus-degustação, no NoMad pode-se pedir à la carte. O carro-chefe: frango assado com trufas negras e foie gras e crosta de brioche, para dois.  


29.5.12

Shin Zushi: sushis imbatíveis feitos por sushiman recém-chegado do Japão

À esq., Egashira Keisuke, sushiman top-de-linha

Desde que pus os pés em São Paulo, duas semanas atrás, já fui comer em um sem fim de restaurantes, uns melhores outros piores. Mas nenhum deixou um carimbo mais forte na memória do que o Shin Zushi, onde jantei no sábado.

Nada menos que fenomenal, me levando a concluir que, atualmente, tecnicamente falando, não há sushi melhor na cidade (por mais que eu adore o Jun e o Kinoshita).

Que arroz, Deusdoceu! Que atum, Deusdoceu!

Sentei-me no balcão (óbvio) e disse que só queria crus. Faltava peixe: tinham recebido muito mais clientes do que o esperado, me contaram. Por isso, tinha acabado quase tudo, da cavalinha ao buri (ou olho-de-boi, meu peixe favorito).

Eis aí o mais curioso: mesmo se virando só com lula, atum, uni (ouriço), ovas (in natura e secas/prensadas) e pargo, o novo (e craquíssimo) sushiman Keisuke Egashira, recém-chegado do Japão, deu um verdadeiro show. O sushiman principal do Shin, Ken Mizumoto (outro fera) teve que ficar traduzindo para nós, já que Keisuke mal fala português - mas valeu o esforço...

atum do Shin Zushi: dá de dez no bluefin que anda sendo
vendido a preço de ouro em outros japoneses


O atum (bachi, jamais kihada) estava melhor do que qualquer outro que já provei em São Paulo. E olhem que pude prová-lo de vários modos: em niguiri, em niguiri de sua barriga (toro), em sashimi, depois... raspado com colher e servido com finos pedacinhos de ciboulette.

O mesmo atum, raspado com colher e servido com ciboulette


O pargo veio em tiras, com raspas de "bottarga" de tainha. Também ótimo.


pargo com raspas de ovas secas


O golpe de misericórdia foi um "misturado" de lula em tiras, uni e ovas: espetacular!

Lula, ovas, uni

O único ponto menos alto, o camarão (também em sushi) me pareceu um pouco passado do ponto...

camarão

De ruim, no Shin, só mesmo o preço: mesmo valendo cada real cobrado, a conta foi ardidíssima. 


Shin Zushi: Rua Afonso De Freitas, 169, Tel.: (011) 3889-8700

ovas de salmão

E outros restaurantes japoneses ótimos de São Paulo, aqui no Boa Vida:

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