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28.5.11

Hotel Santa Teresa, no Rio: um fototour pelo Relais & Châteaux no alto do morro



Em fevereiro, passei três dias maravilhosos no Relais & Châteaux Santa Teresa, em… Santa Teresa, claro!

Hotel escondidinho e super exclusivo, que só agora caiu na boca do povo, graças a dona Winehouse, que se hospedou ali em janeiro… Hilário o motorista de táxi contando a história:




O hotel gaba-se de seu décor super brasileiro, repleto de trabalhos de artesões de todas as partes do Brasil. Precisa ter bom gosto para usar esse tipo de coisa na decoração sem que fique parecendo lojinha de artesanato ou pousada bicho-grilo. E nesse caso, bom gosto não falta:



Meu quarto era “basiquinho”. Embora não fosse uma daquelas suítes imensas que eles têm, o meu quarto não era de se jogar fora:







E tinha uma varanda super gostosa, com vista para o casario do bairro…




O bar, perfeito pra ir a dois, também tem belíssima vista, e piso de ladrilho hidráulico. Amo!






A piscina, pra minha amiga Melany, é meio “desabitada” demais – não tinha aquele clima de badalação do Fasano. Mas que tem seu charme, isso tem!



E, como a maior parte do hotel, tem uma super vista:



Com tudo o que a gente queria fazer “lá embaixo”(leia-se Ipanema e Leblon) faltou tempo pra experimentar o spa – ainda mais porque tenho pouca paciência para massagens – mas achei um charme, super brasileiro, super rústico chic:



Achei os pães do café-da-manhã bem fraquinhos, mas a beleza do restaurante e a fartura de sucos e frutas no bufê compensaram a falha:







Na noite em que passei mal, fiquei no quarto e pedi room service. O “caldinho de feijão” não tinha NADA a ver com o original (eu estava com desejo de um sabor caseirinho, reparador). Mas mesmo sendo um pouco chique (e branco!) demais para o meu gosto, era inegavelmente bem-feito e caprichado:



Pedi também um tartare de salmão, meio tímido de tempero e bem afrancesado, mas super fresquinho:




Foi pena ter comido sozinha no quarto: o restaurante, além de bonito, estava cheio de gente, um clima gostoso….








Mas assim foi: comi tranquilinha e depois dormi como há tempos não dormia, na minha deliciosa cama king-size com lençois maravilhosamente sedosos. Para acordar no dia seguinte e encarar o calorão de 40 graus e a alegre baderna carioca!

p.s. Este seria o hotel perfeito se ficasse…. em Ipanema ou no Leblon! Que os cariocas me perdoem mas Santa Teresa, apesar de todo seu charme, fica longe, sim, do circuito top (praias, rua Dias Ferreira, lojas de Ipanema). Quase meia hora de táxi, para ser exata.

Hotel Santa Teresa: rua Almirante Alexandrino, 660, ao lado do Largo dos Guimarães, tel. (21) 2221-1406, www.santateresahotel.com

14.2.11

Hotel Fasano Rio, em Ipanema: a piscina é um shpetáculo!



Há coisas que a gente não precisa explicar. Mostrar, já basta... Como, por exemplo, minha tarde de dolce far niente na piscina do Fasano.















19.11.10

Novos hoteis no Rio: Glória, Nacional, Windsor Atlântica



Que o Rio está em ascensão, ninguém duvida: a recente injeção de dinheiro tem feito maravilhas pela cidade - e a coisa só tende a melhorar, com a chegada de mais e mais investidores estrangeiros. Acho que a Copa e as Olimpíadas estão dando o impulso que faltava pra cena hoteleira carioca melhorar. O Rio estava precisadíssimo de mais hoteis de luxo, porque não faz o menor sentido um destino turístico tão famoso mundo afora ter tão poucos cinco estrelas. Copa, Fasano e... que mais? Casar Park, sei não.... Santa Teresa, o Relais & Châteaux no alto do morro, é lindo mas fora de mão....

Então que ótimo que vem aí muita coisa nova! Pra mim, as duas melhores novidades são o super aguardado Glória, do Eike, e o Windsor Atlântica, ex-Méridien. E vocês, sabem de algum outro hotel novo?

Hotel Glória


Hotel Glória


Já saiu muito na imprensa, e até neste blog, a notícia da compra do velho Glória pelo bilionário Eike Batista. O que eu não sabia era que o hotel, devidamente reformado e modernizado, vai abrir em poucos meses.
Matéria publicada no Portal Exame diz o seguinte:
”Hoje em dia pouca coisa de qualidade é feita no Rio de Janeiro. O conjunto Marina da Glória, Hotel Glória Palace e o iate Pink Fleet é para trazer qualidade à cidade e matar os paulistas de inveja”, diz Eduardo Sardinha, gerente de entretenimento do grupo EBX, holding de Eike Batista que controla esses três locais. Os investimentos fazem jus às intenções do empresário. Ele arrematou o antigo hotel em 2008 por 80 milhões de reais e deve gastar ainda outros 120 milhões nas reformas.
“O hotel Glória quer tirar do Copacabana Palace o posto de hotel mais glamouroso do Rio de Janeiro”, diz o diretor da área de hotéis da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle, Ricardo Mader. Além da restauração da fachada, as obras promoverão a completa remodelação do interior. Nas últimas décadas, na medida em que a popularidade do Glória aumentava, várias pequenas reformas eram feitas para atender a demanda por mais quartos. Entretanto, nesse processo, as áreas operacionais, restaurantes, bares e espaços de lazer não acompanharam a lógica do crescimento. O resultado foi um imóvel repleto de anexos em que o hóspede tinha de enfrentar um verdadeiro labirinto se quisesse apenas ir do quarto à piscina.
“Tudo vai ser refeito para que haja um conforto muito superior”, garante Sardinha. Por questões de segurança, o número de quartos deve diminuir em 63%. Dos atuais 621 dormitórios, serão mantidos apenas 194 apartamentos e 37 suítes. Um dos destaques será a suíte presidencial, de 188 metros quadrados que podem ser expandidos para mais de 220 metros quadrados. A estimativa é que a diária nessa suíte custe ao hóspede mais de 6.000 reais. Nas demais suítes o preço deve variar entre 800 e 1.200 reais.”


Hotel Windsor Atlântica


Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana


O Copacabana Palace que se cuide: será inaugurado ainda este ano o Windsor Atlântica, um outro cinco estrelas em plena Avenida Atlântica, em Copacabana. Trata-se, na verdade, do velho Le Méridien, agora de roupa nova. Depois de reforma extensa e multimilionária (com custo estimado em mais de 50 milhões de reais), o hotel está prestes a reestrear. Passará a ter 540 quartos, 45 a mais do que tinha o Le Méridien.

Pelas imagens já divulgadas dá para ver que o ex-Méridien ficou irreconhecível, no bom sentido. As janelas dando para o mar foram clareadas e os interiores ganharam uma ambientação mil vezes mais elegante. Foi-se o look empoeirado e totalmente anos 80, substituído por ambientes em tons de bege e marfim, muito mármore e madeira clarinha.

O Windsor Atlântica terá um restaurante enorme no quarto andar, e outro no térreo, além de um bar no lobby, outro na piscina e um terceiro na piscina “número dois”, no 39o andar.  O spa do 38o andar irá oferecer banhos a vapor by Vichy, sauna finlandesa, estúdio de pilates, salas de massagem e até um salão de beleza.

Hotel Windsor Atlântica: Avenida Atlântica, 1020, Copacabana, tel. (21) 3873-8888, www.windsorhoteis.com.br




Hotel Nacional


O prédio cilíndrico em São Conrado, desenhado por Oscar Niemeyer e concluído em 1972 para abrigar o Hotel Nacional, está desativado e abandonado desde 1995. Diz a revista Wallpaper que há gente querendo transformá-lo em alojamos para os jogadores durante a Copa. Será?

O Portal Exame tem outra teoria:
“Foi arrematado em dezembro de 2009 pelo empresário Marcelo Gonçalves, ex-sócio do laboratório farmacêutico Neo Química e atual diretor da divisão de medicamentos da Hypermarcas. A aquisição, que levou Gonçalves a desembolsar 85 milhões de reais, era considerada improvável, segundo o consultor Ricardo Mader, da Jones Lang LaSalle. “Todos esperavam que o preço teria que ser novamente reduzido para algum interessado se apresentar”, diz.

A reforma e reativação do hotel representariam o importante ganho de 500 quartos para a rede hoteleira do Rio de Janeiro. Entretanto, Mader lembra que o prédio é tombado pelo Conselho Municipal de Proteção Ambiental da Secretaria da Cultura, o que dificulta remodelações e obriga a preservação da fachada. A intenção do comprador ainda é uma incógnita. “O futuro do Nacional era uma dúvida, e continua assim. O esqueleto foi comprado. Não se sabe o que vai ser feito lá dentro, se continuará sendo um hotel”, diz Ernesto Marino, presidente da consultoria especializada em hotéis BSH International.”

16.7.10



Há coisas incríveis acontecendo no Rio…. ah, o que não faz uma Copa do Mundo.... milhões e milhões de dólares estão sendo injetados na economia e projetos novos não param de surgir!

Tanto a seleção brasileira como a  Rainha Elizabeth  já dormiram em um hotel chamado Paineiras, que fica em pleno Parque Nacional da Tijuca, acreditam? E esse hotel, abandonado há anos e em ruínas, vai ser resgatado e transformado em super atração turística!
 
Diz a blogueira Vanesa Lopez que o hotel “foi inaugurado, junto com o trecho Cosme Velho-Paineiras da Estrada de Ferro do Corcovado, no dia 9 de outubro de 1884. Ele pretendia oferecer aos hóspedes “todo o conforto e as vantagens que se encontram nos bons hotéis da Suiça e dos Estados Unidos”. Nesse dia, o imperador Pedro II e demais convidados foram recepcionados no hotel-restaurante com um farto lanche fornecido pela Casa Paschoal, então estabelecida na “chic” Rua do Ouvidor.
O trecho final, entre as Paineiras e o Corcovado, foi inaugurado no dia 30 de junho de 1885. Um jantar no hotel comemorou a conclusão da Estrada de Ferro do Corcovado.

O prédio original tinha dois pavimentos, dispondo de 10 quartos no pavimento inferior e 11 no superior, situados em ambos os lados de um corredor longitudinal projetado no centro do imóvel. No início, o Hotel das Paineiras apresentou um pequeno lucro, porém a partir de 1892 o movimento dos hóspedes começou a diminuir. A construção do hotel original não existe mais, foi demolida no início da década de 1970 para ampliação do estacionamento.”

Olhem que tristeza o estado do Paineiras hoje:


Crédito: reprodução


Soube ao ler reportagem em O Globo que “Depois de 25 anos de janelas fechadas, paredes rachadas, buracos e limo, o antigo Hotel das Paineiras deixará de ser um elefante branco”.

O Hotel Paineiras deverá ser reaberto em 2011 ou 2012 como um complexo reunindo museu, restaurante, hotel e estação de bondinho. Faz parte de um ambicioso “Programa de Revitalização do Complexo Turístico e Ambiental do Corcovado e seu Entorno”…



IAB-RJ (Instituto de Arquitetos do Brasil – Rio de Janeiro) organizou um concurso público nacional para a revitalização do hotel e entorno, em parceria com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Foram 148 projetos inscritos, vindos de toda parte.



Em primeiro lugar, ficou o escritório paulista Estudio America (com o arquiteto Guilherme Lemke Motta na liderância da equipe), que assina as imagens computadorizadas acima.



O projeto de Motta prevê a demolição de todo o interior do velho Paineiras, mantendo apenas a fachada original. A ele serão acrescentados:

- centro de pesquisa
- a sede do Instituto Chico Mendes
- restaurante panorâmico
- lojas
- estação de bondinho
- centro de visitação
- museu a céu aberto
- Centro de Convenções
- auditório
- hotel com 40 quartos (parte de uma rocha que já está no terreno servirá de pano de fundo para a recepção)



Para tirar o projeto do papel e fazê-lo realidade serão precisos R$ 14 milhões.
 
Alguns meses atrás, o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc lançou edital de concessão, dando 3 meses para os interessados fazerem suas propostas. Em breve deverão anunciar o vencedor.

Cliquem aqui pra ver um slideshow incrível com as imagens do projeto do Complexo das Paineiras em tamanho king size.
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