31.8.10

Bistrôs baratos em Paris: os favoritos de Marco Rezende

Bistrot Benoît, do Alain Ducasse



Comer bem e barato em Paris não é problema: a cidade sempre terá seus milhares de bistrôs, muitos dos quais servindo comida muito bem-feita a 30 ou 40 euros por pessoa. O jornalista Marco Rezende, meu ex-chefe e ex-diretor de redação da revista VIP, recomenda dois especialmente bons.

Rio queima-filme, parte I: bandidos fazem reféns no hotel Intercontinental

Sem comentários.


29.8.10

Rooftop bars de Montreal logo logo vão fechar: acabou o verão!




Aproveitar o verão, aqui em Montreal, é quase uma obssessão. Parques, trilhas de bike, jardins floridos, gente tomando sol por toda parte: os montrealers sabem apreciar a vida ao ar-livre, justamente porque passam meses de inverno enfurnados dentro de casa.

Mesmo quem mora em bairros cheios de prédios e com menos verde, como downtown ou Old Montreal, também dá um jeito de aproveitar o bom tempo: é só subir pra cobertura!




Então quando vai chegando setembro, e as noites começam a esfriar, sente-se no ar que se aproxima o fim do "rooftop season": mesas e guarda-sóis são recolhidos e os rooftops são fechados até o verão seguinte.

Isso não tem data fixa, mas costuma acontecer em setembro - e pra mim, traz uma sensação melancólica de fim de festa.


Mas não vamos colocar o carro na frente dos bois: ainda temos um finzinho de verão em Montreal e visitantes ainda podem conhecer alguns dos rooftop bars mais bacanas. Outro dia, dei um pulo no do  Auberge du Vieux Port, um hotelzinho bem famoso em Old Montreal. Achei o espaço mais ou menos - meio apertadinho:




Mas.... que vista! O terraço debruça-se sobre o Old Port:



Tem um outro rooftop bar perto desse do Auberge du Vieux Port que eu acho ainda mais bacana - é onde levo todo mundo que vem me visitar aqui. Fica na cobertura de outro hotel, o Place d'Armes:



The Place d'Armes hotel and its rooftop terrasse


O espaço tem mais cara de lounge, mais espaço, móveis mais bonitos e confortáveis. Mesmo se a vista não é assim nada de extraordinário:




Os vinhos em taça são poucos e medianos. A lista de coquetéis me parece bem limitada. Mas o que conta ali é outra coisa: o vibe do lugar, o som, o por-do-sol. O acesso difícil, escondidinho, pela escada de incêndio. Acho bem mais legal do que qualquer um dos muitos rooftop bars de Nova York: estar ali ao cair da tarde, copo em mãos, me faz sentir feliz, feliz, feliz.



Terrasse 701: Place d'Armes Hotel, 55 St-Jacques Ouest, Old Montreal, tel. (514) 842-1887

28.8.10

Rua Bowery, em Nova York, reúne excelentes restaurantes: Pulino's, Faustina, DBGB e Peels




Quem segue meus escritos já ouviu eu dizer isso antes, mas não custa repetir: a rua que mais bomba em Nova York atualmente é, com toda a certeza, a Bowery.  

Principalmente no quesito restaurantes: de dois anos pra cá foram sendo inaugurados um atrás do outro, todos badalados, legais, com boa comida. 

Primeiro veio o Gemma, italianinho casual com mesas na calçada, que faz parte do The Bowery Hotel

Aí abriram um segundo hotel duas quadras ao norte, o Cooper Square, de arquitetura muito curiosa (abaixo), onde fica o excelente Faustina, do Scott Conant




E aí, pra selar de vez a vocação gastronômica do pedaço, aportou o chef Daniel Boulud ( chef-proprietário de um império gastronômico em Nova York que inclui o famoso Daniel, no Upper East Side e restaurantes também no Midtown e no West Side, todos muito bem-sucedidos.

Sua brasserie DBGB tem salão escurinho com sofás negros de espalda alta formando nichos e mesas meio engaioladas no centro de um cercado de prateleiras, onde estão expostas panelas de cobres presenteadas por chefs famosos, conservas e garrafas de vinho. 


A especialidade da brasserie são as mil e uma cervejas e os hambúrgueres variados. O maravilhoso “the piggie” vem coroado com um montinho de carne de porco barbecue desfiada, pão de cheddar e milho, e maionese de pimenta jalapeño. Outra delícia, o crab cake (croquete de siri à americana) é servido com molho de curry. Vive cheio desde o primeiro dia que abriu.

Keith McNally na Bowery

Não tardou e o rei da cena gastronômica novaiorquina - o inglês Keith McNally - fincou bandeira ali também. 

Dono de sucessos perenes como Balthazar, Pastis e Morandi, sua Minetta Tavern, no Village, é de todos meu favorito. Sempre que estou em Nova York, bato ponto do balcão do bar (onde consegue-se comer sem ter que encarar o infernal processo de reservar mesa).  Da última vez, eu ia jantar com minha amiga Lea em outro restaurante – o Momofuku Ssäm Bar – mas demos uma “passadinha” pra tomar algo. E fomos ficando, ficando, pedimos um tutano com torradas, e quase desistimos do Ssäm Bar. Quase!

O Minetta nem bem fez o primeiro aniversário e ele já rebateu com outra novidade, inaugurada em março, justamente na Bowery: Pulino’s Bar & Pizzeria. 
Lugar pra comer pizza bem-feita, e carnes assadas também em forno à lenha.




E agora, a última novidade é o Peels, dos mesmos donos do Freemans. Pra quem conhece bem aquela parte da cidade, nem preciso explicar o que é o Freemans, mas basta dizer que trata-se de um dos restaurantezinhos mais cool de Nova York, semi-escondido em um beco do Lower East Side. Mega fervido. Mega bacana. Então o Peels obviamente vai ser o it spot da temporada. Todo envidraçado, paredes brancas, o Peels pretende ser um country diner, ou uma lanchonete chique especializada em pratos caipiras do sul americano, como frango frito, carnes curadas e defumadas e muita carne de porco.


DBGB: Rua Bowery, 299, tel. (212) 933-5300

Faustina: The Cooper Square Hotel (25 Cooper Square, tel. (212) 475-5700, 

Peels: Rua Bowery, 325, esquina com Second St.

Pulino’s Bar & Pizzeria: Rua Bowery, 282. tel: 212 226-1966. 
Aqui, link para visualizar no mapa.
 

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