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5.12.10

Pulino's, na Bowery: uma das melhores pizzarias de Nova York



Aqui estou eu na fofíssima cama do hotel Gansevoort Park Avenue tentando escolher onde comer agora no almoço. Ovo, não quero: não sou grande fã dessa obssessão americana chamada brunch. Ao navegar pela web olhando menus dominicais de meus lugares favoritos, tomei um susto: percebi só agora que nunca escrevi nada mais aprofundado sobre o Pulino's.



Muito estranho, porque eu A-DO-RO esse lugar, o mais novo restô do Keith McNally.


E por falar em Keith McNally....

 Neste mundo há restaurateurs e restaurateurs com R maiúsculo. Keith McNally se encaixa na segunda categoria. Mata a concorrência a pau. Acerta sempre, toda vez que abre algo novo em Nova York. Sempre se supera.

Sou tiete? Sou sim e não tenho vergonha de admiti-lo.

Dono de sucessos perenes como Balthazar, Pastis e Morandi, seu filhote caçula, o Minetta Tavern, é de todos meu favorito. Sempre que estou em Nova York, bato ponto do balcão do bar (onde consegue-se comer sem ter que encarar o infernal processo de reservar mesa).  Da última vez, eu ia jantar com a Lea em outro restaurante – o Momofuku Ssäm Bar – mas demos uma “passadinha” pra tomar algo. E fomos ficando, ficando, pedimos um tutano com torradas, e quase desistimos do Ssäm Bar. Quase!

O Minetta nem bem fez o primeiro aniversário e lá foi ele de novo. Abriu o Pulino’s Bar & Pizzeria exatamente no miolo mais bombado de Manhattan, gastronomicamente falando: o Bowery. (Ou seja: pertíssimo da brasserie DBGB do Daniel Boulud, do Gemma, do Bowery Hotel, etc).


O forte são as pizzas. E que pizzas! Mas tem também uma senhora burrata:


Não costumo gostar de brunch mas..... vi no site deles umas pizzas com ovo que deram água na boca. Como é que ninguém (que eu conheça) pensou nisso antes?!






Pulino’s Bar & Pizzeria: Rua Bowery, 282.  Tel. (212) 226-1966,  Aqui, link para visualizar no mapa.

24.10.10

Restaurantes de Nova York: dicas para o Benny


O chef Benny Novak está indo logo logo pra Nova York e me pediu umas dicas. Por coincidência, eu tinha acabado de ler uma crítica super elogiosa, na New Yorker, do novo Hecho en Dumbo que me deixou com água na boca. Um restaurante mexicano sacado, em plena Bowery. Benny, veja no final do post a crítica na íntegra.

Além desse, e correndo o risco de chover no molhado, eu recomendaria o seguinte:


Para um ótimo hambúrguer: The Standard Grill, no hotel Standard, Meatpacking District, ou o DBGB do Daniel Boulud (DBGB: Rua Bowery, 299, tel. (212) 933-5300)

Para uma noite especial: Del Posto, o italiano chique do Mario Batali

Para poder contar pros amigos que foi à última novidade: Lincoln, do Jonathan Benno (ex-chef do Per Se), opening mais high-profile da estação. Aqui, matéria no The New York Times com preview do menu.

Para provar um menu degustação bacana, bem-pensado e bem-executado: Faustina, também na Bowery.
Faustina: The Cooper Square Hotel (25 Cooper Square, tel. (212) 475-5700,


Para ver como se faz barbecue direito: Fatty Q


Fatty 'Cue: Smoking Fat Heritage Breeds & Malaysian Flavors on the Barbie


O Fatty Crab, no West Village novaiorquino, sempre foi um dos restaurantes favoritíssimos do meu irmão (e concordo com ele). É muito bom mesmo: pratos do sudeste asiático, preços relativamente baixos, ambiente bem relax. Pra usar o clichê que mais detesto, vale a visita. 
Por isso achei ótimo saber que o chef-proprietário Zak Pelaccio abriu no começo do ano um Fatty ‘Cue (de barbecue, ou churrasco) em Williamsburg, no Brooklyn.
Tem um vídeo que mostra TUDO sobre as carnes temperadas com pimentas e marinadas asiáticas, assadas na brasa e defumadas, que dá água na boca. Bem carnívoro, bem troglodita, mas… nham! Fatty ‘Cue: 91 South 6th St., Williamsburg (cliquem aqui pra ver onde fica no mapa)
Fatty Crab West Village
643 Hudson Street
(entre as ruas Horatio e Gansevoort)
Tel: (1-212) 352-3592

Links Úteis:
  1. post sobre a Bowery, com lista dos restaurantes e mapa
  2. post dos meus restaurantes favoritos em Nova York: Daniel, Minetta Tavern, Ssam Bar
  3. o Michelin 2011 de Nova York: lista dos estrelados
  4. índice de todos os posts sobre Nova York


E a crítica sobre o Hecho en Dumbo:

13.9.10

A Bowery e o Lower East Side, em Nova York: para onde o art scene está migrando

New Museum, no Lower East Side. Crédito: reprodução Wish Report

A matéria que segue saiu originalmente na revista Wish Report, mas resolvi dar um repeteco aqui porque desde então a Bowery só continuou a pegar mais e mais embalo. Ou seja: a matéria continua super atual. Pra quem quiser, além de comer bem na Bowery ver também um pouquinho de arte....

A Vez da Bowery

por Alexandra Forbes e Karin Dauch


Não é de hoje que o mercado de arte contemporânea em Nova York vive um boom. Faz pelo menos dez anos que o bairro do Chelsea virou um verdadeiro pólo de galerias, cada uma mais cara que a outra, a começar pelas super poderosas Gagosians – uma na rua 21 outra na rua 24, que expõem gente do calibre de Damien Hirst e de Kooning. Nem mesmo o susto causado pela crise dos empréstimos subprime desacelerou o apetite febril de bilionários de toda parte – Moscou principalmente – por arte cerebral e moderna.

O que está mudando, isso sim, é o foco das atenções. Se até pouco um artista valendo mais de meio milhão por tela nem sonharia em expor em outro lugar que não fosse o Chelsea, o bairro agora está ganhando um ranço de old news. O Chelsea tornou-se mainstream – e em se tratando de arte, esse rótulo é fatal. Nova York adora uma novidade e o olhar de galeristas e entendidos está se virando para a rua Bowery e arredores, no Lower East Side.

O pedaço está mudando aos pouquinhos. Primeiro vieram os artistas, atraídos por aluguéis baratos. “Aqui viveram gerações de artistas de todas as mídias, do mundo todo”, diz Saul Dennison, presidente do conselho do New Museum of Contemporary Art (na foto acima). Galpões viraram estúdios e barzinhos do pedaço, pontos de encontro para falar de arte. Em seguida foram criados espaços para performances e instalações, como a Educational Alliance e a Gallery 128. E, emfim, surgiram as primeiras galerias de arte, como a cooperativa de artistas Orchard, a Canada e a Rivington Arms.

Em 2007, o Bowery finalmente recebeu o carimbo de legitimidade que faltava, com a inauguração da nova sede do New Museum (na foto acima). O prédio por si só já é icônico o suficiente para atrair os “arquehólicos” – turistas que viajam o globo para ver, fotografar e “sentir” o vibe de cartões-postais da nova era como o museu de Bilbao de Frank Gehry, por exemplo.

O terreno pequeno, onde funcionava um estacionamento, foi aproveitado engenhosamente. Os arquitetos japoneses Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa desenharam seis caixotões empilhados assimetricamente. Uma pele perfurada revela as entranhas do prédio aos passantes e transmite uma sensação de leveza, como se a pilha de caixas fosse irridescente.


novayork_newmuseum

“A Bowery era meio barra-pesada na primeira vez que visitamos”, diz Sejima. “Ficamos meio chocados, mas também muito impressionados com o fato de que um museu importante queria mudar sua sede para lá”. Se a diretoria do museu tomou um risco ao investir mais de 40 milhões de dólares ali, muita gente do mundinho artístico pegou carona nos holofotes da mídia.



Não há um número oficial de quantas galerias existem na área. Nem mesmo os sites sobre arte na internet conseguem acompanhar a explosão de vernissages e aberturas de galerias nos quarteirões em torno da Bowery, uma rua que até pouco tempo atrás era conhecida só pelas lojas feionas de equipamentos de cozinha para restaurantes. Um mapa das galerias da região publicado recentemente pelos organizadores do Armory Show (grande exposição anual de arte contemporânea de Nova York), listou 26 galerias no Lower East Side. Nada menos que quinze delas ficam aglomeradas num raio de cinco quarteirões do New Museum. “É realmente dificil acompanhar essa explosão de galerias! Pelo que eu saiba, estao faltando no mínimo duas ou três nesse mapa!”, diz Amy Stewart-Smith, dona da galeria homônima que abriu há um ano.



Mas o boom artístico não mudou o espírito alternativo do pedaço – ainda. Continua viva a mistura de juventude punk com um lado meio bagaceiro do comércio montado por imigrantes latinos e chineses (o bairro beira e se confunde com Chinatown). É uma Nova York diferente, vibrante mas encardida. As calçadas são irregulares, os muros, grafitados e os terrenos baldios, sujinhos. Algo assim como o Soho de 20 anos atras, pré-Prada!



A poluição visual não parece estar assustando ninguém do mundinho. Até blue chips (galerias consagradas e poderosas) como a Lehman Maupin, do Chelsea, e a Salon 94, do Upper East Side, estão vindo correndo. Ambas abriram no ano passado filiais no mesmo quarteirão do New Museum. A Salon 94 Freemans fica num beco sem saída, o mesmo onde fica o charmoso Freemans (abaixo), que serve almoço para uma clientela nada turística. É a parada ideal para um dia de andanças pelas galerias.

novayork_freemans


Curioso: enquanto as galerias pequeninas e mais antigas mantêm o vibe alternativo do Lower East, as poderosonas recém-chegadas trouxeram com elas um certo esnobismo típico do Chelsea e do Upper East Side. Recepcionistas magérrimas com sotaque francês e cara de paisagem fazem você se sentir uma mosca na parede. Representam artistas ultravalorizados, cuja arte é vendida a preços nada alternativos. Um móbile do americano Calder já esteve à venda na Lehman 12 milhões de dólares.



Outra galeria de peso que se instalou logo em frente ao beco Freemans é a Greenberg Van Doren. A filial tem nome diferente da matriz – 11 Rivington – e propõe mostrar artistas emergentes num espaço que abriga projetos mais experimentais, idéia que tem mais a ver com o espírito original do bairro. Valeska Soares, brasileira radicada em Nova York, já mostrou lá.



Brasileiros, aliás, estão em alta. Exemplo? A videógrafa Antonia Dias Leite, que já expôs em outra galeria do pedaço, a Luxe. O dono do espaço, Stephan Stoyanov, migrou de uptown para as redondezas da Bowery, e gostou da mudança. “Meus vizinhos e eu somos o trio dinâmico,” brinca, se referindo às galerias vizinhas: Smith-Steward e Fruit and Flower Deli. “Fazemos vernissages na mesma noite e vivemos trocando contatos de colecionadores e curadores,” diz a bonita e simpática Stewart-Smith.


Reina um certo clima fraternal entre os pequenos galeristas. “Quem investe aqui é porque realmente aprecia arte contemporânea e nao por interesse comercial,” diz Dennis Christie, dono da DCKT – outra galeria recém-transplantada do Chelsea para a rua Bowery. A private art dealer Tora Bonnier, que se mudou para lá há pouco, explica que o boom está acontecendo porque as pessoas se cansaram da frieza do Chelsea e preferem a atmosfera intimista das galerias do Lower East. “Andar por aqui é muito mais divertido, as galerias tem uma escala mais humana, muitas vezes o artista está lá também e você se sente parte de uma comunidade”, diz Bonnier. Stewart-Smith concorda: “É esse intimismo que os artistas procuram e não acham nos cubos estéreis do Chelsea.”


Intimismo? Talvez a palavra certa seja despojamento. O Chelsea fez fama e fortuna com as dúzias de caixotões brancos ou cinzas e recepcionistas antipáticas e bem-vestidas, enquanto a Bowery e arredores tem um sem fim de artistas sujos de tinta batendo papo nas ruas, fumando um cigarrinho, e vernissages descontraídas freqüentadas por uma salada de gente alternativa e moderninha e ricos antenados. Só não dá para achar que o vibe alternativo se traduz em preços mais camaradas do que os do Chelsea. Por dois mil dólares você não leva para casa nem mesmo uma fotinho em preto-e-branco. E viva a nova era contempo-artístico-bagaceira!

New Museum: Rua Bowery, 235, tel. (212) 219-1222

28.8.10

Rua Bowery, em Nova York, reúne excelentes restaurantes: Pulino's, Faustina, DBGB e Peels




Quem segue meus escritos já ouviu eu dizer isso antes, mas não custa repetir: a rua que mais bomba em Nova York atualmente é, com toda a certeza, a Bowery.  

Principalmente no quesito restaurantes: de dois anos pra cá foram sendo inaugurados um atrás do outro, todos badalados, legais, com boa comida. 

Primeiro veio o Gemma, italianinho casual com mesas na calçada, que faz parte do The Bowery Hotel

Aí abriram um segundo hotel duas quadras ao norte, o Cooper Square, de arquitetura muito curiosa (abaixo), onde fica o excelente Faustina, do Scott Conant




E aí, pra selar de vez a vocação gastronômica do pedaço, aportou o chef Daniel Boulud ( chef-proprietário de um império gastronômico em Nova York que inclui o famoso Daniel, no Upper East Side e restaurantes também no Midtown e no West Side, todos muito bem-sucedidos.

Sua brasserie DBGB tem salão escurinho com sofás negros de espalda alta formando nichos e mesas meio engaioladas no centro de um cercado de prateleiras, onde estão expostas panelas de cobres presenteadas por chefs famosos, conservas e garrafas de vinho. 


A especialidade da brasserie são as mil e uma cervejas e os hambúrgueres variados. O maravilhoso “the piggie” vem coroado com um montinho de carne de porco barbecue desfiada, pão de cheddar e milho, e maionese de pimenta jalapeño. Outra delícia, o crab cake (croquete de siri à americana) é servido com molho de curry. Vive cheio desde o primeiro dia que abriu.

Keith McNally na Bowery

Não tardou e o rei da cena gastronômica novaiorquina - o inglês Keith McNally - fincou bandeira ali também. 

Dono de sucessos perenes como Balthazar, Pastis e Morandi, sua Minetta Tavern, no Village, é de todos meu favorito. Sempre que estou em Nova York, bato ponto do balcão do bar (onde consegue-se comer sem ter que encarar o infernal processo de reservar mesa).  Da última vez, eu ia jantar com minha amiga Lea em outro restaurante – o Momofuku Ssäm Bar – mas demos uma “passadinha” pra tomar algo. E fomos ficando, ficando, pedimos um tutano com torradas, e quase desistimos do Ssäm Bar. Quase!

O Minetta nem bem fez o primeiro aniversário e ele já rebateu com outra novidade, inaugurada em março, justamente na Bowery: Pulino’s Bar & Pizzeria. 
Lugar pra comer pizza bem-feita, e carnes assadas também em forno à lenha.




E agora, a última novidade é o Peels, dos mesmos donos do Freemans. Pra quem conhece bem aquela parte da cidade, nem preciso explicar o que é o Freemans, mas basta dizer que trata-se de um dos restaurantezinhos mais cool de Nova York, semi-escondido em um beco do Lower East Side. Mega fervido. Mega bacana. Então o Peels obviamente vai ser o it spot da temporada. Todo envidraçado, paredes brancas, o Peels pretende ser um country diner, ou uma lanchonete chique especializada em pratos caipiras do sul americano, como frango frito, carnes curadas e defumadas e muita carne de porco.


DBGB: Rua Bowery, 299, tel. (212) 933-5300

Faustina: The Cooper Square Hotel (25 Cooper Square, tel. (212) 475-5700, 

Peels: Rua Bowery, 325, esquina com Second St.

Pulino’s Bar & Pizzeria: Rua Bowery, 282. tel: 212 226-1966. 
Aqui, link para visualizar no mapa.
 

26.8.10

The Bowery Hotel, em Nova York: vibe e localização imbatíveis



Hotéis são a minha paixão, não me canso de pular de um para outro e mais outro, ficando uma noite em cada, só pra poder comparar camas, banheiros, vistas e croissants. Em Nova York já fiquei num monte deles, mas infelizmente muitos sem-graça, genéricos, hotelões sem personalidade.

Por muito tempo, meu favorito foi – e isso tem a ver com lembranças da minha infância, mais do que qualquer luxo material – o super tradicional The Carlyle, que ano após ano continua maravilhosamente clássico e classudo. 


lobby do hotel Carlyle

Mas... de uns anos pra cá, troquei de time. Comecei achar muito melhor ficar "lá embaixo", o que significa aquele miolinho ótimo composto por NoLita, Soho, Village e Bowry. 

E "lá embaixo", não existe nada que se compare ao The Bowery.

Desde a última vez em que me hospedei no Bowery (em 2008), muita água já passou debaixo da ponte. Montes de novos hoteis surgiram em Nova York: The Surrey, Crosby Street Hotel, etc. etc. etc. 

"Lá embaixo" também surgiram outros novos hotéis curiosos... o Hotel on Rivington, por exemplo, com seus corredores tipo boate, no Lower East Side. E seu concorrente igualmente moderninho, o Thompson LES (dos mesmos donos do 60 Thompson). E o Cooper Square, muito legal também, e quase vizinho ao The Bowery.

hotel Thompson LES

Entretanto, apesar das novidades todas, sempre que me perguntam qual é meu hotel favorito em Nova York, respondo sem titubear: The Bowery. Ainda mais agora que a rua Bowery virou a mais nova meca gastronômica de Nova York: os excelentes Pulino’s, DBGB e Faustina ficam a passos do lobby!





É simplesmente o mais charmoso hotel que conheço em Manhattan, mesmo se o prédio em si, por fora, não tem nada de especial:




Sou louca por coisas antigas, tecidos puídos pelos anos, madeira de demolição, ladrilhos hidráulicos. Então pro meu gosto o Bowery é um sonho, exatamente o prédio onde eu moraria se eu ganhasse na loteria. 




Quando fui lá, adorei cada detalhe. Os janelões floor-to-ceiling com jeitão industrial, a pia, a banheira e as torneiras retrô, com ar cinqüentinha, os subway tiles (azulejos retangulares como os das estações de metrô), o cobertor vermelho ao pé da cama.





… meu quarto não era grande nem de alto luxo, mas esbanjava charme e era banhado de luz.




E tinha uma bela vista:






Mesmo que você não se hospede no Bowery eu recomendo uma ida até lá. Nem que seja só pra almoçar no restaurante Gemma (super casual, super gostoso).




Depois do cafezinho, dê um giro pela sala de estar (um lounge escurinho, com lareira) e pelo bar.






Um charme. À noite, então.... acho aquele bar imbatível! 



Pena que não deixam não-hóspedes se sentarem...


The Bowery Hotel, 355 Bowery St., esquina com East 3rd St., 
tel. (212) 505-9100

Minha amiga Karin Dauch, que mora bem pertinho do hotel e bloga sobre Nova York, fez um vídeo bem bacana:


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